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Vinhos

Talvez tenha sido o vinho a primeira bebida alcoólica já produzida pelo homem muito antes do cristianismo surgir. Talvez a árvore da vida tenha sido a videira, plantada por Deus no Édem, como sugerem os textos bíblicos. Como não se tem notícias reais a respeito disso, podemos concluir que o vinho era o néctar dos Deuses, a bebida que fazia o espírito levitar. A Bíblia cristã traz muitas referências ao vinho, até mesmo com poder curativo. Sabe-se que vinho virou fonte de renda e de expansão comercial entre os povos, era usado para celebrar grandes ocasiões ou mesmo para retirar o amargo das derrotas. Independente de sua história, grandes hectares de videiras foram plantadas ao redor do mundo e das uvas que brotavam dos galhos fazia-se a bebida que iria ficar mundialmente conhecida como a melhor bebida do mundo para ingerir em qualquer ocasião. Conforme as tecnologias foram se aperfeiçoando em várias áreas do conhecimento humano, aperfeiçoou-se também para a produção do vinho. Nos dias de hoje até satélites são usados para monitorar o solo, o grande responsável pela qualidade das videiras e das uvas. Formas de prensa, conserva, armazenamento e outros meios para a produção do vinho foram e alvo de enólogos conceituados que buscavam a forma perfeita de atender a uma demanda mundial. Algumas regiões de vários países se especializaram na produção do vinho. É o caso da Argentina que possui vasto campo de videiras que produzem vinho o ano inteiro. Nesse país o povo é habituado a beber vinho durante as refeições, pois a bebida não é caracterizada como um produto nocivo à saúde, e sim um alimento. Seu preço é acessível e sua cultura venerada. Situação muito diferente da que vivemos no Brasil, que ainda engatinha no trabalho de tornar o vinho uma outra paixão dos brasileiros, apesar de o Brasil atualmente ser o quinto maior país exportador de vinho e infelizmente um dos últimos no consumo da bebida ou alimento. O vinho é considerado alimento por causa do processo de produção. As uvas armazenam grande quantidade de nutrientes extraídos do solo. Nota-se que quanto mais rude é o solo, mais forte a uva se torna, o que dá a ela o mérito de alimento, já que tudo na uva pode ser aproveitado. Talvez, o que impeça o brasileiro de se tornar consumidor assíduo de vinho é a falta de informação, também a quantidade excessiva de álcool em uma garrafa de vinho e principalmente os preços elevados dos impostos, que encarecem muito a produção e ou a importação desse produto. O clima tropical também contribui bastante para a ausência da cultura do vinho. Na América do Sul, países como Argentina, Uruguai e Chile, onde o clima é mais frio, pede uma bebida mais quente, no Brasil o contrário, por ser mais quente, pede uma bebida refrescante. Isso não impede de se beber o vinho gelado para refrescar o corpo, sem contar que o vinho tem alto poder de hidratação, pois a uva concentra grande quantidade de água em seu interior. Os egípcios foram os primeiros a registrar em pinturas e documentos (datados de 1000 a 3000 a.C.) o processo da vinificação e o uso da bebida em celebrações. Os faraós ofereciam vinhos e queimavam vinhedos aos deuses; os sacerdotes usavam-nos em rituais; os nobres, em festas de todos os tipos; as outras classes eram financeiramente impossibilitadas de sua compra. O consumo de vinho aumentou com o passar do tempo e, junto com o azeite de oliva, foi um grande impulso para o comércio egípcio, tanto o interno quanto externo. Os primeiros enólogos foram egípcios. A partir de 2500 a.C., os vinhos egípcios foram exportados para a Europa Mediterrânea, África Central e reinos asiáticos. Os responsáveis por essa propagação foram os fenícios, povo oriundo da Ásia Antiga e natos comerciantes marítimos. Em 2 mil a.C., chegaram à Grécia. Todos sabem o quanto o Egito é quente, mas será que foi sempre assim? Não sabemos exatamente, mas se foi, então significa que o clima é o fator menos importante, o que vale é a cultura. www.santaemilia.net.br

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