Tipos de Vinhos e Uvas

Vinhos Santa Emilia Vinhos

 

A uva é uma fruta globosa (de formato arredondado formato de globo) que nasce em cachos em plantas trepadeiras ou videiras. Pode ser comida fresca, seca na forma de uva-passa ou esmagada na forma de suco ou vinho. Há mais de 8 mil variedades de uvas.

A uva cresce em regiões arborizadas e quentes. Ela é cultivada em grandes quantidades na França, Espanha, Itália, Turquia e Geórgia. Cerca de mil variedades de uvas foram desenvolvidas nos Estados Unidos. O Chile, Brasil e a Argentina também cultivam uvas.

A planta que produz uva é a videira. Quando não podada, ela chega a alcançar 17 metros ou mais de altura. (A poda, todavia, é importante para o crescimento adequado da vinha, ou parreira.) As folhas são grandes e arredondadas com bordas denteadas. A planta produz flores pequenas e verdes que brotam em cachos, e que acabam por se transformar em frutas.

As uvas têm cores que variam de verde-claro ou amarelo ao vermelho, roxo ou preto. Na parte interna, a maior parte delas tem sementes e polpa suculenta. Essas frutas são ricas em sais minerais e vitamina A.

Foram encontradas sementes de uvas ao lado de múmias nos túmulos egípcios com, no mínimo, 3 mil anos, o que indica, portanto, que as uvas têm uma longa história. Os antigos gregos e romanos cultivavam uvas para fazer vinho. De lá elas se espalharam pelo mundo todo.

Vinho é a bebida obtida pela fermentação alcoólica do mosto simples de uva sã, fresca e madura.

Mosto simples de uva é o produto obtido pelo esmagamento ou prensagem da uva sã, fresca e madura, com a presença ou não de suas partes sólidas.

Mosto concentrado é o produto obtido pela desidratação parcial de mosto não fermentado.

Mosto sulfitado é o mosto simples estabilizado pela adição de anidrido sulfuroso ou metabissulfito de potássio.

Mosto cozido é o produto resultante da concentração avançada de mostos, a fogo direto ou a vapor, sensivelmente caramelizado, com um conteúdo de açúcar a ser fixado em regulamento.

Ao mosto em fermentação poderão ser adicionados os corretivos álcool vínico e/ou  mosto concentrado e/ou sacarose, dentro dos limites e normas estabelecidos em regulamento.

Suco de uva é a bebida não fermentada, obtida do mosto simples, sulfitado ou concentrado, de uva sã, fresca e madura.

Filtrado doce é a bebida de graduação alcoólica de até 5º G.L. (cinco graus Gay Lussac), proveniente de mosto de uva, parcialmente fermentado ou não, podendo ser adicionado de vinho de mesa e, opcionalmente, ser gaseificado até 3 (três) atmosferas.

Mistela é o mosto simples não fermentado e adicionado de álcool etílico potável até o limite máximo de 18º G.L. (dezoito graus Gay Lussac) e com teor e açúcar não inferior a 10 (dez) graus por 100 (cem) mililitros, vedada a adição de sacarose ou outro adoçante.

Mistela composta é o produto com graduação alcoólica de 15º a 20º G.L. (quinze a vinte graus Gay Lussac) que contiver o mínimo de 70% (setenta por cento) de mistela, e de 15% (quinze por cento) de vinhos de mesa adicionado de substâncias amargas e/ou aromáticas.

Classificação dos Vinhos

de mesa;
Vinho de mesa é o vinho com teor alcoólico de 8,6% (oito inteiros e seis décimos por cento) a 14% (catorze por cento) em volume, podendo conter até uma atmosfera de pressão a 20ºC (vinte graus Célsius). 

Vinho de mesa de viníferas é o vinho elaborado exclusivamente com uvas das variedades Vitis vinífera.

Vinho de mesa de americanas é o vinho elaborado com uvas do grupo das uvas americanas e/ou híbridas, podendo conter vinhos de variedades Vitis vinífera.

leve
Vinho leve é o vinho com teor alcoólico de 7% (sete por cento) a 8,5% (oito inteiros e cinco décimos por cento) em volume, obtido exclusivamente da fermentação dos açúcares naturais da uva, produzido durante a safra nas zonas de produção.

fino
Vinho fino é o vinho de teor alcoólico de 8,6% (oito inteiros e seis décimos por cento) a 14% (catorze por cento) em volume, elaborado mediante processos tecnológicos adequados que assegurem a otimização de suas características sensoriais e exclusivamente de variedades.

espumante
Champanha (Champagne), Espumante ou Espumante Natural é o vinho cujo anidrido carbônico provém exclusivamente de uma segunda fermentação alcoólica do vinho em garrafas (método Champenoise/tradicional) ou em grandes recipientes (método Chaussepied/Charmad), com uma pressão mínima de 4 (quatro) atmosferas a 20ºC (vinte graus Célsius) e com teor alcoólico de 10% (dez por cento) a 13% (treze por cento) em volume.

Vinho moscato espumante ou Moscatel Espumante é o vinho cujo anidrido carbônico provém da fermentação em recipiente fechado, de mosto ou de mosto conservado de uva moscatel, com uma pressão mínima de 4 (quatro) atmosferas a 20ºC (vinte graus Célsius), e com um teor alcoólico de 7% (sete por cento) a 10% (dez por cento) em volume, e no mínimo 20 (vinte) gramas de açúcar remanescente.

frisante
Vinho frisante é o vinho com teor alcoólico de 7% (sete por cento) a 14% (catorze por cento) em volume, e uma pressão mínima de 1,1 (um inteiro e um décimo) a 2,0 (dois inteiros) atmosferas a 20ºC (vinte graus Célsius), natural ou gaseificado.

gaseificado
Vinho gaseificado é o vinho resultante da introdução de anidrido carbônico puro, por qualquer processo, devendo apresentar um teor alcoólico de 7% (sete por cento) a 14% (catorze por cento) em volume, e uma pressão mínima de 2,1 (dois inteiros e um décimo) a 3,9 (três inteiros e nove décimos) atmosferas a 20ºC (vinte graus Célsius).

licoroso
Vinho licoroso é o vinho com teor alcoólico ou adquirido de 14% (catorze por cento) a 18% (dezoito por cento) em volume, sendo permitido, na sua elaboração, o uso de álcool etílico potável de origem agrícola, mosto concentrado, caramelo, mistela simples, açúcar e caramelo de uva.

composto
Vinho composto é a bebida com teor alcoólico de 14% (quatorze por cento) a 20% (vinte por cento) em volume, elaborado pela adição ao vinho de mesa de macerados ou concentrados de plantas amargas ou aromáticas ou de substâncias de origem animal ou mineral, em conjunto ou separadamente, sendo permitido na sua elaboração o uso de álcool etílico potável de origem agrícola, de açúcar, de caramelo e de mistela simples.

O Vinho Composto Classifica-se em:

vermute, o que contiver losna (Artemísia absinthium, L) predominante entre os seus constituintes aromáticos;

quinado, o que contiver quina (Cinchona e seus híbridos);

gemado, o que contiver gema de ovo;

vinho composto com jurubeba;

vinho composto com ferroquina;

Quanto à Cor:

tinto; 

rosado, rosé ou clarete; 

branco; 

Quanto ao Teor de Acúcar:

nature; 

extra-brut; 

brut; 

seco, sec ou dry; 

meio doce, meio seco ou demi-sec; 

suave; e 

doce. 

Variedade de Uvas:
Tintas
;

Malbec
Algumas teorias populares sugerem que o nome Malbec está relacionado ao nome de um camponês húngaro que vendia a cepa dessa uva em Bordeaux. Outras teorias apostam que sua origem está ao sudoeste da França, em uma região conhecida como Cahors, antigamente chamada de "Cot" ou "Auxerrois", é o vinho dessa uva que por essas regiões, ficou conhecido como "Vinho preto de Cahors", devido a sua cor intensa. Há casos curiosos como o fato de o Czar russo, Pedro o Grande usar esse vinho preto para tratar sua úlcera estomacal, e por isso essa uva foi levada para a península de Crimea (região que na atualidade é disputada pela Russia e a Ucrânia), juntamente com outras como a Merlot, a Cabernet Sauvignon e a Franc. Um fato interessante é que o nome Malbec na França, só ganhou o espaço devido após sua fama se consolidar na Argentina. Apesar de um nome semelhante, a uva Malbec argentina, para muitos, não é o Malbec, mas sim uma variedade de uva do sudoeste francês: Abouriou (do Occitan, que significa "início", nome relacionado a sua capacidade de amadurecer mais rápido). Outros acreditam que devido às semelhanças de sinônimos, Malbec também tem sido confundido com Auxerrois blanc (uva branca, nativa de Lorraine, cujo nome vem de viveiros Auxerre, onde encontraram refúgio durante a guerra 39-45, também chamado de Pinot Auxerrois, não deve ser confundido com o Auxerrois avec le côt ou Malbec.
Ainda que possa ser confundida ou denominada de Auxerrois ou Cot Noir (em Cahors), ou de Pressac, ou muitos outros nomes em tantas outras localidades. Certo é que se trata de uma das uvas utilizadas para produzir um excelente vinho tinto, de cor escura como tinta e com taninos robustos. Também pode aparecer combinada com outras uvas como Tannat, Merlot, Syrah, Cabernet Sauvignon ou Franc e Petit Verdot para a produção de vinhos singulares. 
Há diferentes tipos de vinhos elaborados com a uva Malbec, na Argentina, é possível encontram rosés muito elegante, frescos e frutados; vinhos bases para tipos diversos de espumantes (brancos, rosés ou tintos). Da mesma forma que é possível encontrar excelentes licorosos ou tipo portos.
No século XIX, o presidente argentino, contratou o agrônomo francês Michel Aimé Pouget, que trabalhara anteriormente no Chile, para “Quinta Normal de Santiago”, que, entre outras castas francesas, levou o Malbec em sua bagagem para dar início a essa história de sucesso. Com o passar de mais de 150 anos a Argentina ainda vem produzindo vinhos cada vez melhores dessa uva desde que chegou na América do Sul. Na Argentina, sua adaptação foi tão boa que se tornou a uva fina mais cultivada ao ocupar mais de 30 mil hectares argentinos. Não é difícil entender por que os vinhos da uva Malbec argentina estão sempre recebendo classificações altas dos críticos de todo o mundo como: a Wine Advocate, de Robert Parker, e a Wine Spectator. A partir de 2005, o Governo argentino aprovou a lei para criação da primeira Denominação de Origem Controlada da América do Sul para a uva Malbec – Lujan de Cuyo DOC (Denominação de Origem Controlada) – com mais de 6,000 Has de Malbec, uma iniciativa criada em 1999, por vinícolas argentinas famosas como: Luigi Bosca e a Nieto Senetiner.
As áreas produtoras variam não só geograficamente, então se você prefere vinhos mais moderados, com aromas condimentados, toques de frutas maduras, notas florais, deve procurar pelos vinhos da uva Malbec oriundos da região da Patagônia. Já os de Mendonza, são conhecidos pelo sabor vivo e por ter taninos maduros. Os vinhos de Salta e San Juan, embora tenham um corpo interessante, são menos estruturados do que os produzidos em Mendonza. 
Seus taninos são menos potentes quando comparados os de uma Cabernet Sauvignon ou de uma Syrah, quanto a sua acidez, pode-se dizer que é boa e se amadurecida certamente ganha maior complexidade, da mesma forma que ganhará se for amadurecida em carvalho. Apesar de os melhores vinhos apresentarem potencial de envelhecimento por vários anos, o ponto ideal para o consumo dessa uva está em torno de o segundo e o quinto ano de colheita. 
Fica evidente que a uva Malbec encontrou nas terras argentinas as condições ideias (climáticas, biológicas, geográficas e geológicas), e por isso as uvas são de excelente qualidade, algo importante para a produção de bons vinhos. Tudo vem possibilitando não só uvas com amadurecimento perfeito que garantem os açúcares necessários, responsáveis pelo álcool, mas também uma maturidade e uma excelente quantidade de todas as substâncias importantes para se obter um vinho com a cor, o aroma, a estrutura e os sabores em perfeita harmonia. 
Então se desejar saborear um típico Malbec argentino, bem elaborado e de uvas de qualidade, pode esperar por um vinho de cor vermelha escura intensa, com reflexos violáceos, se for um vinho mais jovem. No nariz vai lhe contagiar com seus aromas típicos com toques de frutas vermelhas e maduras, como ameixa seca e notas florais que podem lembrar um campo de violetas. Caso escolha um que seja envelhecido em carvalho, os aromas serão bem mais complexos, alguns com notas interessantes como: café, coco, cravo, baunilha, couro, tostados, chocolate ou tabaco. Vai sentir na boca uma boa estrutura, alguns chegam a ser bem encorpados, nunca são agressivos, pois seus taninos são macios, e isso impede a sensação de adstringência. Já que o Malbec é um vinho amável, sedoso e de acidez moderada, com longo final de boca, certamente irá lhe convidar para mais uma taça. 

 

Cabernet Franc
É uma variedade francesa da região de Bordeaux. A ‘Cabernet Franc’ é medianamente vigorosa e bastante produtiva, proporcionando colheita de uvas de boa qualidade, atingindo facilmente 18ºBrix a 20ºBrix, em vinhedos bem conduzidos. Origina vinho com tipicidade, apropriado para ser consumido ainda jovem. Em anos menos chuvosos, durante o período de maturação, o vinho é mais encorpado e tem coloração mais intensa, apresentando considerável evolução qualitativa com alguns anos de envelhecimento. Na região do Vale do Loire, na França, é utilizada para a elaboração de vinhos rosados de alta qualidade.

Cabernet Sauvignon
Trata-se de uma antiga variedade da região de Bordeaux, França, hoje plantada com sucesso em muitos países vitícolas. É uma planta muito vigorosa e medianamente produtiva. Em vinhedos bem conduzidos obtêm-se uvas aptas à elaboração de vinhos tintos típicos, que podem evoluir em qualidade com alguns anos de envelhecimento. É bastante susceptível às doenças de lenho que, se não forem controladas convenientemente, reduzem a produtividade e causam morte precoce das plantas. O vinho de ‘Cabernet Sauvignon’ é mundialmente reputado pelo seu caráter varietal, com intensa coloração, riqueza em taninos e complexidade de
aroma e buquê. Evolui com o envelhecimento, atingindo sua máxima qualidade desde dois a três anos até cerca de vinte anos em determinadas safras do Médoc, França, por exemplo.

Merlot
Pode ser considerada como uma variedade originária do Médoc, França, onde já era cultivada em 1850. Daí expandiu-se para outras regiões da França e para muitos outros países vitícolas, tornando-se uma variedade cosmopolita. Proporciona colheitas abundantes de uvas que podem atingir 20°Brix, porém, é
bastante susceptível ao míldio. Origina vinho de alta qualidade, consagrado como varietal e também muito usado em cortes com vinhos de ‘Cabernet Sauvignon’, ‘Cabernet Franc’ e de outras castas de renome.

Pinotage
‘Pinotage’ é resultante do cruzamento ‘Pinot Noir’ x ‘Cinsaut’, realizado na África do Sul pelo Prof. Peroldt, em 1922. Ela só foi propagada para testes em áreas comercias em 1952, e em 1959 foi consagrada, ganhando o concurso de vinhos jovens da cidade do Cabo. O nome ‘Pinotage’ é uma combinação dos nomes ‘Pinot’ com ‘Hermitage’, sendo esta uma denominação usada para a ‘Cinsaut’ na África do Sul. É produtiva, resistente a podridões do cacho e apresenta
ótimo potencial glucométrico, atingindo, normalmente, 20ºBrix a 22ºBrix, com uma acidez total ao redor de 110 mEq/L. Origina vinho frutado, apto a ser consumido jovem, e também vem sendo usada para a elaboração de vinhos espumantes.

Pinot Noir
O berço da ‘Pinot Noir’ é a Borgonha, na França, onde é utilizada para a elaboração de vinhos tintos de alto conceito. Também ocupa lugar de destaque na região da Champagne, originando, juntamente com a ‘Chardonnay’, os famosos vinhos espumantes da região. É uma variedade precoce, de ciclo curto, e
por isso muito difundida em vários países da Europa setentrional. Se ocorrer chuva durante a maturação, além das perdas diretas causadas pelas podridões, o vinho não apresentará sua tipicidade varietal.

Syrah
‘Syrah’ é uma das mais antigas castas cultivadas. Algumas referências sugerem que seria originária de Schiraz, na Pérsia, outras, que seria nativa da Vila de Siracusa, na Sicília. Independentemente de sua origem, ‘Syrah’ é cultivada na França há muito tempo, principalmente em Côtes-duRhône, Isere e Drôme. Da França, expandiu-se por muitos países, sendo hoje uma das variedades tintas mais plantadas no mundo. É uma casta muito vigorosa e produtiva. O vinho de ‘Syrah’ é característico pelo seu aroma e buquê.

Tannat
A ‘Tannat’ é originária da região de Madiran, no sul da França, onde está sua maior área de cultivo. Também é importante no Uruguai, onde é a principal vinífera tinta cultivada. É uma variedade de médio vigor, bastante produtiva; apresenta bom potencial glucométrico e comporta-se bem em relação às doenças fúngicas. O vinho de ‘Tannat’ é rico em cor e em extrato, servindo para corrigir as deficiências, destas características, em outros vinhos de vinífera.
Também tem sido comercializado, com sucesso, como vinho varietal.
 É um vinho bastante adstringente e, portanto, necessita de envelhecimento.

Variedades brancas

Chardonnay
Variedade de origem francesa, possivelmente da Borgonha, É uma casta de brotação precoce, sujeita a prejuízos causados por geadas tardias, com vigor e produtividade médios, atingindo boa graduação de açúcar em anos favoráveis. A ‘Chardonnay’goza de renome internacional, especialmente pela qualidade dos vinhos que origina na Borgonha, assim como, pelos famosos espumantes elaborados na região de Champagne, em corte com ‘Pinot Noir’.

Malvasia Bianca
Origina vinho acentuadamente moscatel que pode ser comercializado como varietal ou ser usado como fonte de aroma em cortes com outros vinhos brancos. Todavia, tem sido usada principalmente para a elaboração de vinhos espumantes do tipo moscatel.

Moscato Branco
Apesar do nome ‘Moscato Italiano’, ainda não há uma definição da identidade desta uva. É resistente à antracnose, porém, bastante susceptível ao apodrecimento da uva. Apresenta alta fertilidade, o que leva, muitas vezes, os agricultores a exagerarem na carga, prejudicando a qualidade. Nestes casos, a uva não atinge a maturação, sendo colhida com baixo teor de açúcar e acidez excessivamente elevada. Além disso, os vinhedos com sobrecarga têm apresentado problemas de declínio e morte precoce de plantas. Entretanto, em vinhedos bem conduzidos, em anos favoráveis, proporciona colheitas abundantes, de uvas de ótima qualidade. Origina vinho acentuadamente moscatel, usado principalmente em cortes, como fonte de aroma para outros vinhos, também é empregada para a elaboração de espumantes, principalmente os do tipo moscatel.

Moscato Canelli
Variedade de uva procedente da Itália, introduzida no Vale do Submédio São Francisco no início da década de 1980, quando lá se iniciou o cultivo de uvas para
vinho. Além de empregada na elaboração de vinhos de mesa varietais, também tem sido usada, com sucesso, na elaboração de vinhos espumantes do tipo moscatel.

Prosecco
Estudos ampelográficos, realizados a partir de 1979, mostram que a variedade encontrada em alguns vinhedos, com o nome de ‘Biancheta Bonoriva’, é, na realidade, a ‘Prosecco’.  A ‘Prosecco’ é originária do norte da Itália, onde é utilizada para a elaboração de conceituado vinho espumante, que leva seu
nome. Apresenta bom desempenho agronômico porém, em virtude da precocidade de brotação, pode sofrer danos causados por geadas tardias em áreas susceptíveis. Origina espumantes de boa qualidade, muito bem aceitos pelo consumidor brasileiro.

Riesling Itálico
A ‘Riesling Itálico’ também é uma variedade do norte da Itália, onde é cultivada principalmente em Veneza, Pavia, Udine, Treviso e Bolzano. A planta de Riesling Itálico apresenta médio vigor, é fértil e produtiva. Em anos favoráveis, proporciona colheitas abundantes, de uvas que chegam a 20°Brix na plena maturação. Entretanto, em anos mais chuvosos, o viticultor, muitas vezes, se vê forçado a antecipar a colheita devido à incidência de podridões do cacho. O vinho de ‘Riesling Itálico’ é fino, com aroma sutil e típico, comercializado como vinho fino de mesa varietal e, também, utilizado na elaboração de espumantes bem conceituados.

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